World Athletics passa a exigir teste genético para identificar o gene SRY em competidoras da categoria feminina. Atletas denunciam impactos devastadores e especialistas criticam a medida como invasiva e discriminatória.

A queniana Maximila Imali (à direita, de vermelho) se prepara para uma prova nos Jogos da Commonwealth, na Inglaterra, em 2022 • Tim Clayton/Corbis via Getty Images
Notícias das cidades do Estado do Rio de Janeiro, com destaque para Macaé e Campos dos Goytacazes, além dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo.