O remake de “Vale tudo” tem estreia prevista para março de 2025, e a escalação do elenco, oficializada pela Globo na última semana, vem gerando grande repercussão entre noveleiros e saudosistas. Tanto nas redes sociais quanto nas rodas de conversa.
A ansiedade é grande para acompanhar a trama que está sendo escrita por Manuela Dias, com direção de Paulo Silvestrini, dupla que assumiu a missão de atualizar um dos maiores clássicos da nossa teledramaturgia. Numa entrevista recente, a autora afirmou que vai mexer na história, mas sem perder a essência da trama original, que abordava temas como ética, corrupção e valores.
Entre as escalações está a de Taís Araújo, que tem tudo para brilhar no papel de Raquel, mulher batalhadora e de princípios, que foi interpretada por Regina Duarte na história original. Bella Campos, por sua vez, assumirá a vilã Maria de Fátima, filha de Raquel, antes vivida por Gloria Pires.
A icônica vilã Odete Roitman, eternizada por Beatriz Segall (1926-2018), ficará agora nas mãos de Debora Bloch, após a saída de Fernanda Torres, como já noticiou a coluna em primeira mão. A mudança gerou expectativas e discussões entre o público por se tratar de uma das personagens mais emblemáticas das telenovelas. Com sua longa trajetória e talento, Debora promete trazer uma nova interpretação à malvada ricaça.
Ainda não sei se Paolla Oliveira seria o nome ideal para interpretar Heleninha Roitman, a filha de Odete que foi vivida por Renata Sorrah. Particularmente, preferia Marjorie Estiano no papel. Mas acho que Paolla pode surpreender positivamente ao mergulhar na vulnerabilidade de Heleninha. Já Alice Wegmann, escolhida para o papel que foi de Lídia Brondi, promete trazer intensidade e modernidade a Solange Duprat.
A escalação do elenco masculino, não menos importante, também gera polêmica. Mas isso é assunto para outra coluna!
Da Agência Fonte Exclusiva, com informações do Extra.








