Ministério Público e Justiça de Goiás cederam ao apelo midiático e atropelaram a legislação para decretar prisão preventiva;

CASO JOÃO DE DEUS: prisão ilegal e assassinato de reputação.

Publiée par Roberto Barbosa sur Mardi 18 décembre 2018

Fonte: Facebook | Roberto Barbosa

A prisão do médium João de Deus sob acusação de abuso sexual é ilegal. A maior parte das mais de 500 denúncias que pesam contra ele se referem a casos que teria acontecido há décadas. A lei estabelece que o prazo para denunciar esses abusos prescreve com seis meses.

O circo midiático montado em torno do caso não dá margem ao direito de defesa do réu diante da opinião pública. O que se assiste é um assassinato de reputação, porque faltam elementos de convicção para justificar um pedido de prisão preventiva. Haveria apenas uma denúncia contemporânea.

A tese de que o médium movimentou R$ 35 milhões de suas contas bancárias é mentirosa. Na verdade, o que aconteceu foi uma movimentação na carteira de investimentos. O dinheiro, portanto, nunca saiu da instituição bancária.

As denúncias se avolumam em função de uma reportagem de Pedro Bial, na TV Globo, com mulheres que se dizem vítimas desses abusos. É possível que no decurso das investigações surjam provocas que até levem a uma eventual condenação, mas até o presidente momento, o estrago publicitário é muito maior do que efetivamente o elemento comprobatório.

 

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