No governo do do Rio, secretários falam além da conta, prometem o céu e fazem até acordos em nome do chefe; Leia mais:

O governador do Rio Wilson Witzel PSC) precisa acalmar a impetuosidade e gabolice de alguns colaboradores de primeiro escalão. Tem muita gente falando pelos cotovelos e assumindo acordos políticos em nome do comandante em chefe sem que ele tenha conhecimento.

A tagarelice está infiltrada em assuntos dos mais delicados aos mais simplórios. Tem secretário, por exemplo, que já prometeu cargos a deputados na Alerj e anunciou apoios em campanhas sucessórias de 2020, diante de promessas de “bons negócios” em alguns municípios.

Para um governo de 40 dias e desafiado por uma crise fiscal sem precedentes, isso não acabará bem. Principalmente em se tratando do Rio de Janeiro, um Estado conturbado por denúncias de corrupção que provocaram a prisão de vários caciques da política fluminense, entre eles dois ex-governadores.

O governo de Witzel está no período de tolerância com a opinião pública. Portanto, é o momento para o líder delimitar terreno, dando um soco na mesa e afastando os vendilhões do templo.

Não vai demorar e o radar do Palácio Guanabara também vai identificar que o partido do governador sob o comando do notório pastor Everaldo Dias é outro grande problema.  

*Postado 13h55min

*Revisado às 14h32min 13/02/1019

 

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