VÍDEO | Estratégia do novo presidente da estatal favorece capacidade instalada do terminal de Cabiúnas, na cidade de Macaé (RJ); Confira entrevista: 

O novo presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, foi empossado na quinta-feira (3) com críticas ao monopólio no setor de petróleo. Ele almeja atrair o capital privado, sobretudo, para o setor de refino no país, onde a Petrobras detém 98% do controle.

“Abrindo a economia, tendo mais competidores. Quanto maior a competição, o benefício se dá em favor do consumidor. Se nós tivermos um único produtor, não será bom para o consumidor”, disse Castello Branco no discurso de posse.

Em entrevista ao setor de comunicação da empresa na sexta-feira (4), ele manteve o tom privatista e disse que defende pequenos ajustes no Plano Estratégico e o Plano de Negócios da estatal elaborado na gestão de Pedro Parente. CONFIRA:

Fonte: Canal Roberto Barbosa Jornalista – Youtube

Outro tema polêmico na entrevista, é a ideia de acabar com o subsídio ao óleo diesel, o que deverá encarecer o combustível na bomba e provocar tensionamento com os caminhoneiros, que chegaram a paralisar a economia do país com uma greve no ano passado.

“A Petrobras seguirá o preço de paridade internacional, sem subsídios e sem exploração de poder de monopólio. Nós somos amantes da competição e detestamos a solidão nos mercados. Queremos companhias, queremos competir”, destacou Castello Branco no dia da posse.

AUMENTO NA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E APOSTA NO GÁS NATURAL

O presidente da Petrobras quer priorizar o crescimento da produção de petróleo no país: “O Brasil é muito rico em recursos naturais e tem um potencial imenso para explorar, especialmente na mineração e no petróleo”, disse.

O presidente da estatal também lembrou, durante a posse, que haverá muita dedicação da companhia na produção de gás natural, um importante recurso cada vez mais utilizado pelos países, como a China.

“Eu sou muito otimista em relação ao gás natural. Não só a produção de gás natural no Brasil tende a aumentar muito e ter novas aplicações para ele. Como por exemplo, a China já usa gás liquefeito de petróleo para abastecer sua frota de caminhões. Já existem mais de 200 mil caminhões abastecidos por gás natural. Isto é mais barato, uma energia mais limpa e, no caso do Brasil, atenderá o interesse dos caminhoneiros e da indústria do transporte de cargas”, disse Castelo Branco.

*Agência VIU! com ABr

 

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