Corte de 1,2 milhão de barris diariamente valerá a partir de janeiro de 2019, mas poupa Irã, Venezuela e Líbia; Leia mais:

Depois de dois dias reunidos em Viena, capital da Áustria, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) anunciou nesta sexta-feira (7), a redução diária de 1,2 milhão na produção de barris de petróleo.

A medida valerá por seis meses, a contar do dia 1º de janeiro de 2019, e tem apoio de produtores independentes liderados pela Rússia.

A decisão do Cartel formado por 24 países foi anunciada pelo ministro do Petróleo do Irã, Biyan Zanghaneh. Ele participu do encontro e dos debates que definiram os cortes na produção.

DECISÃO AGRADA IRÃ, VENEZUELA E LÍBIA

O ministro iraniano considerou o resultado do encontro satisfatório, porque seu país, além da Venezuela, Líbia e Nigéria, foi poupada da decisão de reduzir a produção. O cartel levou em conta os conflitos econômicos que esses países enfrentam.

“A redução será a partir de janeiro. Serão 800 mil (barris) da Opep e 400 mil dos Não-Opep. No total, serão 1,2 milhão de barris diários”, afirmou o ministro.

A Opep tenta uma retomada dos preços da commodities  no mercado internacional. Desde o outubro, em função do aumento do estoque mundial, o barril do petróleo chegou a ser cotado abaixo de US$ 60.

O volume foi turbina pela produção dos EUA, que este ano chegou a superar a Arábia Saudita e Rússia como maior produtor mundial.

Na quinta-feira (6), os membro da Opep realizaram a 175ª conferência ministerial do Cartel. A decisão sobre o corte na produção foi adiada para esta sexta-feira, porque a deliberação  estava condicionada a adesão dos aliados que não são membros da organização.

*Agência VIU!

 

Comentários

comentários