Tem medo de Fake News? Então você precisa saber o que o aprendizado de máquina e o aprendizado profundo na IA podem provocar em sua vida; Leia mais:

A Inteligência Artificial (IA) atualmente motiva a grande corrida global entre as nações. EUA e China disputam a superioridade deste mercado com o mesmo ímpeto com que no passado as grandes potências competiam na corrida espacial.

Os grandes motivadores desta competição comercial são os números: atualmente o setor movimenta US$ 1 trilhão para o PIB global e até 2030 a perspectiva é de que o mundo esteja diante de um mercado que movimentará US$ 16 trilhões.

As automação estará cada vez mais presente na vida da humanidade, proporcionando geração de riquezas, eficiência, mas também provocando impactos negativos, como a exclusão de milhões de trabalhadores do mercado de trabalho. Serão carros autônomos desempregando motoristas, bancos virtuais reduzindo ainda mais demissões no setor bancário e até escritórios de advocacia online para oferecer serviços primários neste setor.

Na Estônia, país que já integrou a antiga União Soviética, apenas três procedimentos na vida do cidadão ainda dependem de sua presença física: transação para venda de imóveis, casamento ou divórcio. Nem mesmo para votar o eleitor precisa sair de casa. Vota por meio do computador doméstico ou em aplicativo mobile, usando um sistema onde as informações são criptografadas. Olha que o TSE difundia a informação de que o Brasil era pioneiro no voto eletrônico. Fake News? Não! Desinformação mesmo.

CONTRA FAKE NEWS TEM REMÉDIO, JÁ OS EFEITOS DO APRENDIZADO PROFUNDO DAS MÁQUINAS É UM TERRENO DESCONHECIDO

A privacidade estará zona de perigo. Cada vez mais a vida do cidadão comum estará exposta e vulnerável a controles, o que suscita a necessidade de um amplo debate sobre processos regulatórios no que se refere ao uso dessas tecnologias.

As Fake News, que até recentemente emergiam como grandes fantasmas, estão se tornando coisa do passado. Contra as mentiras ou distorções de informações já existe remédio: agências especializada em checagem de informação e até mesmo aplicativos para desmascarar essas ferramentas criminosas. Atualmente, o termo Fake News tornou-se um dispositivo defensivo para governos de tendências autoritárias acuados diante de escândalos midiáticos.

É a palavra mágica de Donald Trump para desqualificar o jornalismo investigativo nos EUA. Toda notícias que desagradam são definidas por Trump como “Fake News”. Isso tem levado as agências de checagem a buscar termos diferenciados para descrever as “distorções de notícias” no ambiente virtual.

O remédio contra Fake News será aperfeiçoado pela Inteligência Artificial usando o potencial do Big Data. Por outo lado, contra os efeitos colaterais do “Machine Learning” e “Deep Learning”, ainda são territórios desconhecidos. Estamos falando de máquinas funcionando com base em redes neurais, semelhante ao funcionamento do cérebro humano, ou seja, com capacidade de auto-aprendizagem, sem intervenção humana. É o que alguns especialistas chamam de era pós-humana.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PODERÁ AUMENTAR PODER DE DESTRUIÇÃO DA INDÚSTRIA BÉLICA

O aprendizado profundo das máquinas são capazes de provocar algo muito mais devastador do que as Fakes News, como, por exemplo, trabalhar informações segmentadas com base em crenças, medos, impulsos, preconceitos e outros sentimentos do público capturados em pesquisas detalhadas no ambiente virtual.

Estamos de um poder sem precedentes, capaz de tornar armas de destruição em massa muito mais eficiente do que as bombas nucleares que os EUA jogaram sobre Hiroshima e Nakasaki, e o que pior: a humanidade ainda não está entendendo nada.

 

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