A crise financeira que atingiu a zona produtora de petróleo da Bacia de Campos é digna de um bom livro: morte, derrotas e prisões;

No auge da queda de arrecadação dos municípios da zona produtora de petróleo da Bacia de Campos, a partir de 2015 e 2016 (que foi ano de sucessão municipal), prefeitos no exercício do mandato viveram o inferno administrativo.

QUISSAMÃ – O então prefeito Octávio Carneiro (PP), que já estava se recuperando de um câncer de próstata, interrompeu o tratamento em função dos atropelos administrativos e morreu no exercício do mandato.

RIO DAS OSTRAS – Alcebíades Sabino (PSDB) amargou índice de impopularidade sem precedentes. Perdeu a reeleição e saiu do governo inelegível.

CABO FRIO – Alair Corrêa, enfrentou greve de garis e de professores, e desistiu de disputar reeleição.

CAMPOS DOS GOYTACAZES – A então prefeita Rosinha Garotinho não conseguiu eleger o sucessor Dr. Chicão e encerrou o mandato em ambiente conturbado, diante da prisão do marido Anthony Garotinho.

SÃO JOÃO DA BARRA – José Amaro Neco de Souza (MDB), não conseguiu se reeleger, permitindo o retorno da atual prefeita Carla Machado (PP).

MACAÉ – O prefeito Aluízio Júnior foi um dos poucos reeleitos.

 

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