O fracasso petista que pariu Bolsonaro, banhou-se na corrupção e também foi contaminado pela praga do autoritarismo;

Foto: Ilustração

Não há dúvidas de que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) expressa a doutrina do ódio, da exclusão de minorias e de um modelo discricionário. Por outro lado, consolida-se a convicção de que o PT passou tempo demais no poder e alguns de seus filiados estão contaminados pela praga do autoritarismo.

O petismo perdeu a exata noção de que o exercício do poder precisa admitir o exercício da liberdade. São princípios da democracia, que segundo a definição do ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill, “é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum sistema melhor”.

Os anos no poder e os vícios decorrentes da estadia nababesca, banhada em corrupção e culundria, impuseram uma disritmia entre o que o partido quer e o que a sociedade deseja.

Na cidade de Macaé, no Norte Fluminense, o único vereador do PT, Marcel Silvano, é autor de um projeto de lei que cria um Conselho Municipal de Comunicação visando empoderar sindicatos, MST e outros movimentos sociais de instrumentos, em tese, para doutrinar o conteúdo noticiado nos veículos de comunicação local. Em outros tempos que o petismo deplora, este papel era exercido por um censor. Que loucura! É um sinal de que existe um oceano separando o PT e uma sociedade democrática.

Foto: Câmara de Vereadores/Macaé-RJ

A iniciativa de Silvano, um ex-repórter (quem diria!), é uma aberração fora do tempo e do espaço, que ajuda a explicar o movimento do eleitorado brasileiro favorável a onda Bolsonaro. O PT transfigurou-se em um monstro que assusta muito mais do que um ex-capitão do exército cultuador da ditadura. A degeneração do petismo é tão intensa, que o Brasil tornou-se nostálgico dos anos de chumbo e ameaça consagrar o candidato da ditadura por meio do voto popular. Não precisa fazer DNA. O bolsonarismo é fruto de uma orgia petista em noite de porre.

 

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