Mesmo no pior período da crise financeira do país, cidade do Norte Fluminense foi uma das locomotivas que puxou a manutenção de empregos formais; Leia mais:

O colunista do Jornal O Globo, Ancelmo Gois, destaca em seu blog nesta segunda-feira (7), o potencial do mercado de trabalho de Macaé (RJ), no Norte Fluminense, mesmo diante da crise que impactou a economia do país entre os anos de 2015 e 2018.

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No período, Macaé perdeu 31.443 empregos com carteira assinada, assinala o jornalista, mas ainda assim “continua sendo o município com maior salário médio formal entre todas as 198 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes nas regiões Sul e Sudeste”.

Citando estudos do economista Mário Osório, o colunista afirma que a cidade “é a quarta com maior oferta de empregos com carteira assinada em relação à sua população”.

Para os próximos dois anos Macaé segue a todo a gás. A Petrobras deve ampliar o terminal de Cabiúnas, que recebe todo gás natural extraído na Bacia de Campos e na camada do pré-sal. O gás, segundo o novo presidente da estatal Roberto Castello Branco, é uma das matrizes energéticas que estão nos planos estratégicos da nova gestão.

A cidade também está no radar de investimentos privados. Um deles é o Porto de São José do Barreto, o Tepor, empreendimento da EBTE. A viabilização do porto está entre as metas do governador Wilson Witzel para os próximos 180 dias. 

Em levantamento recentes publicado pela revista Exame, Macaé está entre as 20 melhores cidades do país para fazer negócios. No Esgado do Rio, é a terceira posição do ranking com maior potencial de investimentos.

 

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