Moradores denunciam que empreendimentos imobiliários acontecem de forma acelerada na Ilha localizada na Barra da Tijuca;

Um dia após o departamento da Polícia Ambiental, da Polícia Militar, realizar uma operação na Ilha da Gigoia, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que resultou na prisão de 30 pessoas acusadas de ocupação irregular e grilagem de terra, moradores da região denunciam que as obras clandestinas retornaram em ritmo acelerado na tarde desta quinta (5). As intervenções, segundo a PM, estavam sendo realizadas sem as licenças dos órgãos competentes.

Os detidos pelos agentes da PM estariam envolvidos com uma milícia da área. Durante a ação policial, também foram apreendidos vários equipamentos usados nas construções irregulares na ilha, como retroescavadeiras, motosserras e bate-estacas. O caso está sendo investigado pela 16ª DP (Barra da Tijuca).

Em fevereiro deste ano, o Portal VIU! publicou uma reportagem sobre o transporte irregular na Ilha da Gigoia, que vem sendo motivo de preocupação dos moradores. Em 13 de março, a operação Pão Nosso, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro, teve entre os presos o delegado Marcelo Martins, diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada do Rio, e o seu pai Carlos Mateus Martins, ambos acusados de participação em esquema de fraudes no sistema penitenciário. Segundo informações apuradas pelo Portal VIU! na região, Marcelo Martins seria proprietário de chalanas que operam na região.


 

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